A dependência química é considerada uma doença crônica e progressiva de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a qual pode desencadear em diversos outros problemas para a vida do adicto. Portanto, é importante tratar continuadamente ao longo da vida, pois pode haver diversos momentos de recaída, caso não seja feito um tratamento, o qual envolve o suporte de médicos, grupos de apoio, uso de medicamentos (dependendo do nível da dependência), para reverter o quadro do paciente e trazer resultados a longo prazo.

Para propor uma terapia, são avaliadas algumas características individuais de cada sujeito para que o tratamento tenha sucesso e seja duradouro, dentre elas: tempo de uso, nível de consumo, tipo de droga, gatilhos e razões que o levaram a usar a substância, fatores genéticos, sociais, entre outros.

Segundo o modelo de terapia cognitiva comportamental (TCC), a maneira como o usuário percebe a situação interfere nas reações motivacionais, afetivas e comportamentais, por isso, a TCC pode ser utilizada pra tratar a dependência química, pois ela é baseada na análise e na alteração dos pensamentos. Seu objetivo é reconstruir e recuperar as cognições disfuncionais, para proporcionar uma flexibilidade cognitiva no paciente.

Para realizar a abordagem cognitivo comportável, a TCC utiliza técnicas que visam ajudar o paciente a identificar pensamentos disfuncionais, que podem provocar sentimentos e comportamentos negativos, monitorar essas cognições negativas, identificar o que há em comum entre as cognições, crenças e sentimentos implícitos, para então aprender a usar pensamentos funcionais e adaptativos no lugar dos pensamentos disfuncionais e identificar pressupostos básicos como visão de si, do mundo e do futuro.

A terapia cognitiva comportamental tem apresentado resultados eficientes e satisfatórios tais como outros tratamentos, a qual a abordagem busca entender o processo de abstinência, bem como soluções para que o dependente se previna nessas situações que o instigam a consumir entorpecentes, sendo eficaz para trabalhar vícios, crenças limitantes e comportamentos disfuncionais ligados ao uso de substâncias lícitas ou ilícitas, por meio da análise de questões cognitivas psicológicas, emocionais, sociais e biológicas, além dos níveis de tolerância do usuário, sua idade e os sintomas do seu quadro. O foco da terapia é saber o que motiva e representa o consumo de drogas e a abstinência do usuário, para oferecer possibilidades que o próprio sujeito saia de uma recaída, para isso é preciso identificar momentos de gatilho, como lugares e pensamentos e buscar um autocontrole, manejar a depressão, ansiedade, o estresse, buscar habilidades de relaxamento, os quais serão identificados na terapia juntamente do médico, até que a pessoa consiga sozinha ter controle de suas ações e mude sua vida, parando com o uso de narcóticos.

Diversos modelos de tratamento estão dentro da TCC e variam da fase que o paciente está, fazendo com que a administração da abstinência e das recaídas também sejam tratadas de forma distinta, considerando também as razões que levaram o sujeito à usar drogas, muitas vezes em busca de prazer, relaxamento, válvula de escape, que podem acarretar em consequências drásticas. Dentro dos métodos desenvolvidos na terapia cognitivo, há técnicas para o processo de reestruturação cognitiva, para resolução de problemas e para treinar habilidades concisas.

Para realizar um tratamento completo contra a dependência química, busque por uma das unidades das clínicas de recuperação da Central de Clínicas, onde o paciente vai se recuperar do vício, terá o suporte de uma equipe multidisciplinar, contará com grupos de apoio e todos os demais processos de ressocialização e recuperação. Restituímos sonhos e resgatamos vidas há mais de 15 anos. Estamos em diversas localizações, escolha o tratamento oferecido da unidade mais adequada ao seu caso.

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